Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Blog do Luiz

Blog do Luiz

Zootecnista, agrônomo ou veterinário. Qual é melhor?

Entre um agrônomo, um veterinário e um zootecnista, escolha sempre o que você achar o melhor

Encontra-se em tramitação no Congresso o projeto de lei 1016/15, que, se aprovado, veta o exercício da zootecnia a agrônomos e veterinários formados após a entrada em vigência da lei. Evidentemente, as duas classes que terão restrições à sua atuação reagiram e nossa arena moderna de debates, as redes sociais, se encheram de defesa apaixonada pró e contra esse projeto de lei. Nenhuma delas, na minha opinião, vai ao cerne da questão.

Continue lendo aqui:http://www.agron.com.br/publicacoes/sou-agron/opiniao/2015/12/30/046890/zootecnista-agrnomo-ou-veterinario-qual-e-melhor.html

Emitir a carteira de estudante não depende mais da UNE

De acordo com o ministro Dias Toffoli, a exigência legal da filiação das entidades às associações nacionais caracteriza uma "ingerência estatal na autonomia das associações"

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu uma liminar para desobrigar as entidades de ensino a se filiarem a associações como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) para emitir carteiras de identificação de estudantes, que dão o benefício da meia entrada em cinemas, teatros, shows e diversos eventos culturais.

Continue lendo aqui: http://www.agron.com.br/publicacoes/mundo-agron/cultura-e-variedades/2015/12/30/046889/emitir-a-carteira-de-estudante-nao-depende-mais-da-une.html

Viabilidade econômica e ambiental da produção de carne

Viabilidade econômica e ambiental da produção de carne

Atualmente, a cadeia brasileira de carne bovina encontra-se sob pressão de organizações nacionais e internacionais por causa de questões ligadas ao aquecimento global. Através de estimativas, argumenta-se que a produção de carne bovina é responsável por mais da metade das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) do setor agrícola nacional (Ruviaro et al., 2014a).

Em 2013, o Brasil tinha 211 milhões de cabeças de bovinos distribuídas em 160 milhões de hectares de pastagens. No mesmo ano, 34 milhões de cabeças foram abatidas, o que correspondeu a quase 27% do Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro (USDA, 2014). Levando em consideração a importância do gado brasileiro, somado à crescente demanda mundial por proteína animal, surgem entre os consumidores preocupações relacionadas ao esgotamento dos recursos naturais e ao impacto ambiental das emissões de gases do efeito estufa (GEE), gerando uma discussão relevante sobre a importância desta atividade para a economia e seu papel nas mudanças climáticas globais.

Entretanto, frente a este cenário, a pecuária de corte brasileira apresenta grande potencial de se tornar uma das principais fontes de mitigação de GEE, mas é necessário analisar formas de avaliar, e compensar o agricultor que opta por uma gestão de produção de carne mais sustentável, uma vez que a remuneração recebida é baseada apenas na venda dos animais.

Continue lendo o artigo aqui: http://www.agron.com.br/publicacoes/informacoes/artigos-tecnicos/2015/12/30/046887/viabilidade-econmica-e-ambiental-da-producao-de-carne.html

A China e sua importância no mercado de leite

A China e sua importância no mercado de leite

A China passou a ter um papel de destaque no mercado internacional de lácteos a partir de 2008, quando problemas de contaminação de leite em pó de empresas locais prejudicaram a imagem do setor no país e provocaram o aumento das importações.

De 2000 a 2008 a China importou, em média, 66,1 mil toneladas de leite em pó integral por ano, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Este era o padrão de importação do país até então, com volumes variando de 40,0 mil a 90,0 mil toneladas de leite em pó integral por ano, somados a 45,0 mil toneladas, em média, de leite em pó desnatado por ano.

Contudo, de 2009 até 2015 (estimativa), o volume médio importado (leite em pó integral) aumentou para 417 mil toneladas por ano, uma expressiva alta de 530,8%. Veja a figura 1 e continue lendo aqui: http://www.agron.com.br/publicacoes/noticias/economia/2015/12/30/046886/a-china-e-sua-importancia-no-mercado-de-leite.html

Produtores aderem ao milheto ideal para climas secos

Produtores aderem ao milheto ideal para climas secos

Produtores rurais do Norte de Minas Gerais têm aderido ao cultivo do milheto para ajudar a alimentar rebanhos na região. A planta, uma gramínea originada da África, serve como pasto ou complemento da alimentação do gado. É ideal para climas secos e pouco férteis porque cresce com calor e falta de umidade.

O milheto precisa de menos de 300 ml água para cada grama de matéria seca. O milho, por exemplo, precisa de 370 ml de água/grama de matéria seca (23,5% a mais). Já o sorgo, 321 ml (7% a mais). 

Para o criador de rebanho leiteiro de Porteirinha, Sidney Rocha de 34 anos, o milheto tem ajudado muito na a alimentação do gado além de superar suas expectativas. Ele começou a plantar o ano passado e este ano já colheu 10% a mais, chegando a 50 toneladas por hectare. Sidney está usando a planta para reduzir os impactos da falta de chuva: “O milheto veio pra mim na hora certa. Com o sorgo, eu precisava complementar muito mais a ração do gado, agora devido à alta concentração de nutrientes completo mais com o caroço do algodão e o farelo da soja. Meu gado tem engordado mais, estou gastando menos e minha produção de leite aumentou 20%. Devo começar a próxima safra em meados de dezembro a início de janeiro e espero colher ainda mais”, comemora.

Saiba mais sobre esse cultivo aqui: http://www.agron.com.br/publicacoes/informacoes/artigos-tecnicos/2015/12/30/046885/produtores-aderem-ao-milheto-ideal-para-climas-secos.html

Pág. 1/7

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D

Mais sobre mim

Em destaque no SAPO Blogs
pub